7 sinais que podem indicar que já esteve infetado com covid-19

O SARS-CoV-2 pode desenvolver-se sem sintomas, o que faz com que aqueles que não foram diagnosticados possam não saber que contraíram a doença, com o risco de a transmitiram aos outros.

Simone Silva

O SARS-CoV-2 pode desenvolver-se sem sintomas, o que faz com que aqueles que não foram diagnosticados possam não saber que contraíram a doença, com o risco de a transmitiram aos outros. No entanto, existem vários sintomas que podem indicar que um indivíduo já teve o vírus.

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A perda do olfato é um dos sintomas mais característicos da Covid-19, que permite diferenciá-la de outras condições respiratórias, que se apresentam com quadros clínicos semelhantes tais como a febre, tosse seca ou fadiga.

Alguns especialistas citados pelo ‘elEconomista’ resumem sete sintomas ou sequelas que podem fazê-lo suspeitar de que a doença já tenha passado por si. São eles: Quadro semelhante à gripe; fadiga; problemas cardíacos, tosse persistente; perda de olfato e paladar; queda de cabelo e conjuntivite.

Que testes devem ser feitos para saber se já teve Covid-19?

1. Teste serológico: a partir de um simples exame de sangue é possível determinar se um paciente foi exposto ao vírus e se gerou anticorpos que podem protegê-lo contra uma nova infeção, embora até ao momento as evidências científicas não tenham corroborado quanto tempo essa proteção pode durar.

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Importa ressalvar que este tipo de teste não permite saber se se o paciente tem o vírus no momento em que é testado e se é, portanto, infecioso, o que faz com que este método seja apenas recomendado para a realização de estudos de vigilância a nível local, regional ou nacional, ou para identificar os indivíduos que já tiveram contato com o vírus, suportando o diagnóstico feito por PCR.

2. Teste rápido de anticorpos : estes testes são realizados com uma gota de sangue do paciente e relatam em 10-15 minutos se este tem ou não anticorpos. No entanto, este tipos de exames geram desconfiança por parte da comunidade científica por apresentarem desempenho inferior aos realizados em laboratório, com mais resultados falso-positivos e mais falso-negativos.

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