O Pentágono delineou esta quarta-feira os primeiros passos da sua estratégia para distribuir e administrar a vacina contra o coronavírus da Pfizer aos mais de dois milhões de funcionários, um feito logístico colossal que vai concentrar-se primeiramente na imunização de populações prioritárias em 16 locais, segundo a ‘CNBC’.
Já na próxima semana, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos deve começar a distribuir as suas primeiras 44 mil doses da vacina contra o coronavírus da Pfizer, tal como anunciado esta quarta-feira.
Na primeira de uma abordagem de três fases, o Pentágono vai disponibilizar a vacina em 13 instalações militares nos Estados Unidos e três no exterior para profissionais de saúde, serviços de emergência, pessoal de segurança pública, bem como membros selecionados do serviço e seus dependentes.
A vacina requer um regime de duas doses para garantir o nível mais elevado de proteção da Covid-19 com uma segunda dosagem mais alta administrada cerca de um mês depois. A vacina da Pfizer requer armazenamento ultrafrio que pode conter as doses a 70 graus celsius negativos.
«Escolhemos locais com capacidade extra de armazenamento ultrafrio, populações prioritárias consideráveis e com equipas médicas grandes o suficiente para administrar as vacinas. Escolhemos locais para serviços militares, incluindo componentes ativos e de reserva», explicou o Tenente-General do Exército Ronald Place, diretor da Agência de Saúde do Pentágono, citado pela ‘CNBC’.
O responsável acrescenta ainda: «Como parte desta fase inicial, temos um conjunto muito pequeno de líderes seniores que se oferecerão para tomar a vacina como uma forma de ajudar a transmitir a segurança e eficácia e encorajar todo o pessoal elegível para a sua toma».
Os profissionais do Departamento de Defesa acrescentaram também que a vacina, neste momento, não é obrigatória, mas é fortemente recomendada. «Quando a vacina é emitida pela primeira vez sob a autorização de emergência, é normalmente de forma voluntária», disse Place.




