“Naturalmente, o risco de contágio vai aumentar”, reconheceu António Costa, esta segunda-feira, no discurso de abertura da conferência nacional do PS, que decorre em Coimbra, sob o mote “Combater a pandemia, recuperar o país, preparar o futuro”.
Admitindo que a reorganização do ano letivo é o “teste mais importante” na estratégia de combate à pandemia da Covid-19, Costa salientou que o regresso às aulas presenciais, mas também ao trabalho presencial pela maioria dos portugueses, vai provocar um aumento dos contágios no outono e inverno, que obriga a uma melhor preparação.
Respostas que passam, segundo o governante, pelo aumento da capacidade de testagem e também o aumento da capacidade das unidades de cuidados intensivos para que Portugal que se aproxima da média europeia (a+esar de Portugal nunca ter ultrapassado os 63% da ocupação de camas de cuidados intensivos, como ressalvou).
Especificamente sobre o regresso de muitas atividades, escolares e desportivas, também em setembro, reiterou que é necessário “aumentar a prevenção”.













