Os alunos do ensino superior que tiverem de sair das residências universitárias devido ao cumprimento das normas da Direcção Geral da Saúde (DGS), vão poder ser alojados em hostels e pousadas, de acordo com o ‘Público’, que adianta que os acordos com as unidades hoteleiras estão a ser ultimados pelo Ministério da Ciência e Ensino Superior .
O acordo está a ser estabelecido com a Associação de Hostels de Portugal, permitindo que os alunos fiquem alojados em várias unidades espalhadas pelas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e Braga, por serem aquelas com maior número de estudantes e, segundo o ‘Público’, onde o turismo foi mais afectado devido à pandemia da Covid-19.
«Os hostels garantem um rendimento durante um ano, que lhes permitirá manter a estrutura numa altura em que sofreram uma quebra de clientes, e nós conseguimos encontrar uma solução para o alojamento dos estudantes», explica ao ‘Público’ João Sobrinho Teixeira, secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior, que considera este «um bom casamento».
Este acordo terá por base todas as orientações de segurança estabelecidas pela DGS devido à crise de saúde pública, que passam, entre outras, pela proibição da utilização de quartos com beliches. Esprea-se que os contratos sejam assinados já no próximo mês de Setembro.
Para além dos hostels, segundo o ‘Público’, os alunos vão poder também ficar em Pousadas da Juventude, devido a um acordo com a Movijovem, que gere a rede de alojamento e disponibiliza 500 camas para os alunos em questão, número que poderá alterar-se para que sejam cumpridas as normas da DGS.














