“União Bancária não pode permanecer incompleta”, defende Costa

“A União Bancária não pode permanecer incompleta”, defendeu Costa, para quem ainda é necessário “quebrar o impasse no seguro de depósitos”, sendo ainda crucial “derrubar gradualmente as barreiras que impedem união dos mercados capitais, pelo reforço da transparência”.

Fábio Carvalho da Silva

O Primeiro-ministro António Costa, defendeu esta quarta-feira, durante um discurso no Banco de Portugal, por ocasião do 175.º aniversário da instituição financeira, a necessidade de avançar com o projeto da União Bancária na UE.

” A União Bancária não pode permanecer incompleta”, defendeu Costa, para quem ainda é necessário “quebrar o impasse no seguro de depósitos”, sendo ainda crucial “derrubar gradualmente as barreiras que impedem união dos mercados capitais, pelo reforço da transparência”.

O Primeiro-ministro aproveitou ainda para saudar a “recente estratégica da política monetária do BCE”. “Estes são desafios necessários, para que a trajetória de convergência seja sustentável”, rematou o Governante.

Costa reconheceu ainda que é necessário “uma política monetária que acompanhe as economias, já que uma retirada precoce, gerando incerteza colocará em causa a força da economia”.

“Em Portugal o crescimento previsto para 2021 e 2022 permite a convergência com a zona euro”, sublinha o Primeiro-ministro.

Continue a ler após a publicidade

“São as contas certas que garantem a credibilidade de Portugal no estrangeiro”, rematou o Governante.

 

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.