(clique aqui para conhecer os preços). Embora este look dedicado às pistas não chegue às motorizações, a sua imagem representa a génese do modelo. Inspirado no exclusivo Clio R.S., conta com para-choques dianteiro e traseiro semelhantes aos que encontramos neste, assim como um spoiler traseiro proeminente, jantes GT em liga leve, de 16 polegadas (17” como opção), espelhos retrovisores laterais em prateado, ponteira de escape em cromado e luzes diurnas num formato específico. No exterior, o destaque vai ainda para o tom azul Malte, exclusivo desta versão. No interior, o caráter dinâmico estende-se até ao habitáculo marcado pelos bancos desportivos com a insígnia GT Line, à semelhança da soleira em metal, na qual se pode ler “Renault Sport”. O sentimento desportivo continua até ao volante em pele e aos pedais em alumínio, terminando no painel central bem estruturado e simples para todos os utilizadores. É neste painel que se insere o sistema multimédia Media Nav, incluído de série, que se materializa num ecrã tátil de sete polegadas, com navegação, rádio com Bluetooth e entrada USB. Debaixo do capô, este modelo não traz novidades. Por agora, o Clio GT Line estará disponível com dois motores com potências e desempenhos comuns. Tanto o bloco diesel como o gasolina têm uma potência de 90 cv. A Automonitor experimentou o motor Energy 1.5 dCi 90, que conta com a tecnologia start&stop, com a marca a propor um consumo médio de 3,2 l/100 km. Acoplado a uma caixa manual de cinco velocidades, este motor deverá receber no futuro uma caixa automática de dupla embraiagem EDC. Este motor demonstra uma resposta rápida e um poder de aceleração respeitável tendo em conta os seus 90 cv de potência, num automóvel descontraído, fácil de conduzir e que conta com uma direção certeira. Por outro lado, a versão Energy TCe 90…