ford mondeo hev

Ensaio Ford Mondeo 2.0 HEV Titanium: No reino da eficiência

[easingslider id=”21289″] A tecnologia híbrida continua a ser encarada como a solução ideal para muitos construtores, tratando-se de um recurso técnico que alia a mais-valia da mobilidade eléctrica à utilidade sempre presente do motor térmico, com a conjugação de ambos a garantir um consumo mais reduzido face a versões puramente tradicionais e autonomia mais longa. Neste sentido, a primeiro Ford híbrido produzido na Europa, denominado muito apropriadamente Hybrid Electric Vehicle (HEV), recorre a um esquema tradicional no que diz respeito ao conjunto de motorização, unindo um motor térmico a gasolina de 140 cv de ciclo Atkinson (cujo melhor rendimento é obtido em médios regimes) a dois motores eléctrico (um deles com 120 cv), o que resulta numa potência combinada de 187 cv. Importa referir que não se trata de uma gralha ou erro, mas sim do valor correcto, já que a potência dos dois motores nunca é obtida ao mesmo tempo, daí a discrepância no valor final. Da aula teórica… Se tecnicamente este esquema pode parecer complexo, do ponto de vista prático acaba por resultar bem. O recurso a um motor de 2.0 litros com ciclo Atkinson acaba por ser uma solução encontrada pela Ford para dinamizar as potencialidades de cada tipo de motor. Ou seja, a capacidade de binário imediato dos motores eléctricos permite colmatar a menor capacidade de resposta em baixos regimes do bloco Atkinson, funcionando desta forma como uma integração inteligente para movimentar este Mondeo com rapidez e eficácia. O motor térmico de 140 cv surge associado a duas unidades eléctricas, uma de 120 cv, que ajuda ou movimenta por si só as rodas dianteiras, e outra, que serve de motor de arranque para o bloco de 2.0 litros, mas também de gerador de energia para a bateria de iões de lítio de 1.4 kWh, situada atrás…

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