O acordo, que só entrará em vigor se for vinculado pelo México, prevê ainda que de julho a dezembro a redução da produção passe para os 8 milhões de barris por dia, de acordo com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) os seus membros e os restantes países produtores de petróleo, que participaram na reunião.
A informação foi divulgada após uma longa reunião de videoconferência com o objetivo de encontrar uma solução para a rápida queda nos preços do petróleo devido ao colapso da procura e à guerra de preços entre a Arábia Saudita e Rússia.
A pandemia da Covid-19 desequilibrou um mercado em que a oferta global já estava excedente e agora encontra-se em proporções raramente vistas, com restrições de viagens tomadas em todos os países para impedir a propagação da doença.
Segundo a agência de informações financeiras Bloomberg, a Cidade do México considera excessivo o esforço exigido em comparação com outros países.
Está agendada uma nova reunião para 10 de junho, também por videoconferência, “para decidir medidas adicionais, tanto quanto for necessário para equilibrar o mercado”.
O acordo também prevê um nível de redução da produção entre janeiro de 2021 e abril de 2022.












