
O antigo presidente da Ferrari, Luca Cordero di Montezemolo, mostrou-se apreensivo com a entrada da marca italiana na Bolsa de Wall Street, temendo que a exclusividade dos modelos de Maranello se esvaia devido à exigência de agradar a accionistas.
Montezemolo, que passou pela marca italiana por duas vezes ao longo da sua carreira, a segunda das quais como presidente entre 1991 e 2014, foi homenageado no Pátio da Fama Automóvel em Detroit, juntando o seu nome ao de outras figuras icónicas da indústria. Mas não se coibiu de abordar o presente e o futuro da Ferrari.
“Espero que os clientes continuem a ser mais importantes do que os analistas, os investidores ou os mercados financeiros”, referiu Montezemolo ao Detroit Free Press, dando como exemplo o estatuto de exclusividade que rodeia o LaFerrari. “O que gusto mais quando vejo o LaFerrari é que teve um sucesso fantástico porque fomos muito, muito empenhados em manter a exclusividade – fazer muitos menos carros do que aquilo que o mercado exigia”, apontou o italiano, enaltecendo que o sucesso da marca assentou em três pilares fundamentais, nomeadamente, “as pessoas, os produtos e os clientes”.
Para Montezemolo, substituído à frente da Ferrari por Sergio Marchionne, CEO do grupo Fiat Chrysler Automobiles, o foco tem mesmo de estar na protecção da exclusividade da marca de Maranello, “não só em termos do número de carros produzidos, mas também exclusividade na forma como se lida com os clientes”.
A FCA controla actualmente 90% da Ferrari, com os restantes 10% a pertencerem a Piero Ferrari, filho do fundador da marca. Com a separação da marca e sua entrada em bolsa, Piero continuará com a mesma percentagem, enquanto 10% serão oferecidos na Bolsa de Nova Iorque. Os restantes serão distribuídos pelos seus actuais proprietários. A família Agnelli, integrante de longa data da estrutura da marca, e Piero Ferrari terão mais de 50% da percentagem das acções.
Montezemolo teme perda de exclusividade da Ferrari
O antigo presidente da Ferrari, Luca Cordero di Montezemolo, mostrou-se apreensivo com a entrada da marca italiana na Bolsa de Wall Street, temendo que a exclusividade dos modelos de Maranello se esvaia devido à exigência de agradar a accionistas. Montezemolo, que passou pela marca italiana por duas vezes ao longo da sua carreira, a segunda das quais como presidente entre 1991 e 2014, foi homenageado no Pátio da Fama Automóvel em Detroit, juntando o seu nome ao de outras figuras icónicas da indústria. Mas não se coibiu de abordar o presente e o futuro da Ferrari. “Espero que os clientes continuem a ser mais importantes do que os analistas, os investidores ou os mercados financeiros”, referiu Montezemolo ao Detroit Free Press, dando como exemplo o estatuto de exclusividade que rodeia o LaFerrari. “O que gusto mais quando vejo o LaFerrari é que teve um sucesso fantástico porque fomos muito, muito empenhados em manter a exclusividade – fazer muitos menos carros do que aquilo que o mercado exigia”, apontou o italiano, enaltecendo que o sucesso da marca assentou em três pilares fundamentais, nomeadamente, “as pessoas, os produtos e os clientes”. Para Montezemolo, substituído à frente da Ferrari por Sergio Marchionne, CEO…
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