A Daimler reconheceu que, a par de outras fabricantes automóveis, está a enfrentar dificuldades quanto ao cumprimento das metas da produção de automóveis devido à escassez de semicondutores, noticia o ‘Jornal de Negócios’.
As adversidades foram abordadas pelo CEO Ola Källenius, na mesa redonda antes de o Salão Automóvel IAA de Munique ter início.
“Vários fornecedores de chips têm-se referido a problemas estruturais com a procura”, comentou o executivo, revelando as perspetivas para a retoma da produção.
“Este facto pode influenciar 2022 e (a situação) pode ser mais relaxada só a partir de 2023”, referiu Ola Källenius.
A quebra da produção já tinha sido enunciada na semana passada pela Daimler, que admite um volume de vendas significativamente menor no terceiro trimestre na Mercedes por causa da falta de chips.
A falta deste componente tem impactado massivamente na produção de automóveis, o que levou as grandes empresas do setor a reduzirem as metas e as previsões de vendas.




