
O drama dos refugiados é, neste momento, um dos temas mais urgentes na Europa, assistindo-se diariamente à chegada contínua de migrantes que procuram no Velho Continente melhores condições de vida. Enquanto as várias nações e sociedades discutem as implicações sociais, demográficas, económicas e de segurança, algumas empresas vão procurando fazer a sua parte para criar condições e facilitar a absorção desses mesmos refugiados.
Um dos exemplos foi dado pela Audi, com a marca de Ingolstadt a anunciar recentemente uma doação de 1 milhão de euros a projetos locais de centros corporativos que se têm entregue à causa de ajuda aos refugiados.
Mas, sendo a Alemanha um dos países que mais tem ‘absorvido’ a vaga migratória, as companhias germânicas acreditam que este fluxo pode ser positivo no sentido de dotar a Europa de mais mão-de-obra, como refere o presidente da Daimler, Dieter Zetsche, para quem a chegada de cerca de um milhão de refugiados anualmente se pode traduzir numa replicação da situação das décadas de 1950 e de 1960, quando a Alemanha estava a ser reconstruída no pós.guerra.
Ou seja, para Zetsche, muitos dos deslocados aparecem na Europa extremamente motivados e, como tal, podem ser fundamentais na renovação da mão-de-obra disponível para muitos dos setores numa época em que a Europa apresenta um cenário demográfico alarmante em muitos dos países: “num cenário ideal, pode ajudar a gerar mais um milagre económico. Muitos exemplos de integração bem-sucedida podem ser encontrados em Silicon Valley”, é citado Zetsche na Automotive News Europe.
O responsável da Daimler anunciou, ainda, que vai financiar o alojamento de migrantes no Estado de Baden-Wuerttemberg.
Volkswagen promove formações
Também a Volkswagen pretende ajudar, com o grupo a encetar discussões no sentido de providenciar ações de formação técnicas e de línguas nas divisões de camiões na Alemanha e na Suécia. Martin Winterkorn, CEO da Volkswagen, enalteceu que a sua companhia vai treinar e procurar migrantes altamente qualificados para as suas empresas.
Do mesmo grupo, a Porsche quer também ajudar os refugiados, com o CEO desta companhia, Matthias Mueller, a indicar que será ampliado o programa de formação inicialmente criado para ajudar os desistentes da escola também aos refugiados.
Marca alemãs apostadas em ajudar refugiados
O drama dos refugiados é, neste momento, um dos temas mais urgentes na Europa, assistindo-se diariamente à chegada contínua de migrantes que procuram no Velho Continente melhores condições de vida. Enquanto as várias nações e sociedades discutem as implicações sociais, demográficas, económicas e de segurança, algumas empresas vão procurando fazer a sua parte para criar condições e facilitar a absorção desses mesmos refugiados. Um dos exemplos foi dado pela Audi, com a marca de Ingolstadt a anunciar recentemente uma doação de 1 milhão de euros a projetos locais de centros corporativos que se têm entregue à causa de ajuda…
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