A DHL garantiu hoje manter a sua operação, apesar do conflito no Médio Oriente, mas sublinhou que as restrições aéreas e marítimas mudam “a cada hora”.
O tráfego aéreo, parcialmente ou totalmente, bloqueado em alguns países, nomeadamente Bahrein, Kuwait, Qatar e Emirados Árabes Unidos, impede o acesso aos aeroportos e esta situação “evolui diariamente e a cada hora”, sublinhou o presidente executivo do grupo DHL, Tobias Meyer, numa teleconferência com jornalistas.
A gigante alemã está a utilizar o transporte terrestre para movimentar mercadorias, onde é possível “garantir um tráfego aéreo fiável”, como no aeroporto de Riade, na Arábia Saudita.
Contudo, também se verificam limitações, uma vez que o aeroporto de Riade “não foi concebido para abastecer toda a região”.
Tobias Meyer lembrou que o tráfego marítimo continua paralisado no estreito de Ormuz e sublinhou que as mercadorias têm de ser redirecionadas por via terrestre, aérea ou recarregadas noutros navios.
A DHL prevê atingir um lucro operacional de 6.200 milhões de euros este ano, acima dos resultados de 2025.
Os Estados Unidos e Israel lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa “eliminar ameaças iminentes” do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.
O Irão confirmou a morte do ‘ayatollah’ Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989.
Segundo as autoridades iranianas, os ataques israelitas e norte-americanos já fizeram mais de mil mortos desde sábado. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.













