Facebook quer restituir mais água do que consume. Objetivo é ser water positive até 2030

O Facebook anunciou o estabelecimento de uma meta ambiciosa de ser water positive até 2030. Para o alcançar, irá devolver ao meio ambiente mais água do que a que consome nas suas operações globais.

André Manuel Mendes

O Facebook anunciou o estabelecimento de uma meta ambiciosa de ser water positive até 2030. Para o alcançar, irá devolver ao meio ambiente mais água do que a que consome nas suas operações globais.

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De acordo com um comunicado enviado às redações, a empresa investiu em projetos de recuperação de água que irão repor mais de 3,2 milhões de metros cúbicos de água por ano. Em 2020, o Facebook recuperou cerca de 2,25 milhões de metros cúbicos de água em regiões de elevado stress hídrico.

“No Facebook, investimos em energia renovável e comprometemos-nos em alcançar emissões líquidas zero na nossa cadeia de valor em 2030”, pode ler-se no website.

Este objetivo faz parte dos esforços de sustentabilidade do Facebook. “A empresa dá prioridade à gestão de água em todas as suas operações e projeta os seus data centers para serem extremamente eficientes no uso de água”, refere a nota.

Recorde-se que no início de 2021 o Facebook anunciou que é sustentado por energia 100% renovável e atingiu emissões líquidas zero para as suas operações globais. “A partir de 2020, toda a nossa pegada global de escritórios e data centers foi sustentada por energia 100% renovável e alcançamos emissões líquidas zero. Fizemos isso em grande parte investindo no desenvolvimento de uma nova geração de energia limpa nos locais onde mais usamos eletricidade”.

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A marca acredita que estes projetos de restituição de água oferecem benefícios significativos para as comunidades locais e seus ecossistemas circundantes, especialmente em regiões com carência deste elemento.

Estes permitem a “sustentação dos habitats aquáticos, fornecendo água doce aos sistemas fluviais durante as estações secas e fornecendo água potável para as famílias”, e ainda apoia na “modernização da infraestrutura de irrigação agrícola para reduzir a quantidade de água extraída de fontes de risco”.

Este trabalho está a ser atualmente desenvido no Novo México, Arizona, Texas, Utah, Oregon e Califórnia.

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