A Coface, que presta serviços de seguro de crédito e gestão de cobranças, prevê que as insolvências tenham um aumento de 3% a 4%, abaixo de 2025, com a construção e a hotelaria/restauração entre os setores mais afetados.
“Para 2026, a Coface prevê um aumento de 3% a 4%, após 6% a 7% em 2025”, indicou, em comunicado.
Os setores mais afetados vão continuar a ser a construção e a hotelaria/restauração.
Conforme apontou, as empresas ‘zombie’, que sobreviveram com os apoios face à pandemia de covid-19 e taxas de juro mais baixas, estão gradualmente a desaparecer.
Ainda assim, avisou que uma nova vaga de insolvências pode emergir com a difusão das tecnologias e, em particular, com a inteligência artificial (IA).
Segundo a mesma nota, o crescimento mundial deverá situar-se, este ano, entre 2,4% e 2,5%, uma desaceleração face a 2025.
Nos EUA, o crescimento deverá estabilizar ligeiramente abaixo dos 2%, impulsionado pelo investimento em IA.
Por sua vez, na Europa, o crescimento deverá continuar próximo de 1%, enquanto a China deverá prosseguir “o seu abrandamento orgânico, apesar da meta oficial de 5%”.
A Coface, que tem 100.000 clientes em cerca de 200 mercados, contava, em 2024, com 5.236 colaboradores e com um volume de negócios aproximado de 1.840 milhões de euros.














