Avianca: a segunda companhia mais antiga quer descolar com o digital

O grande objectivo de Hernán Rincón, CEO da Avianca, é transformar a companhia aérea numa empresa digital que pilota aviões e ganhar quota com parcerias.

Por Mariana Palau e Gustavo F. Dreispiel

Em 2016, a administração da Avianca tomou uma decisão inesperada. Em vez de ir buscar um economista para CEO, como fizera no passado, escolheu Hernán Rincón, um executivo que fez carreira no sector da tecnologia e telecomunicações. Engenheiro informático e industrial, chegou a presidente da Microsoft América Latina em 2010 e durante o seu mandato as vendas da empresa na região cresceram três vezes tão depressa como na década de 2000.

A Avianca, que pertence maioritariamente ao conglomerado brasileiro Synergy Group, é a segunda maior companhia aérea na região a seguir à LATAM. Num sector conhecido pela sua turbulência, Rincón já teve de ultrapassar obstáculos. Uma greve de pilotos prolongada pouco depois da sua chegada diminuiu as receitas e levou a uma restruturação de dívida. Além disso, em Agosto de 2018, algumas falhas no software levaram a vários voos cancelados. Ainda assim, está optimista em relação ao futuro porque acredita na sua estratégia de digitalização rápida e expansão de alianças.

Leia este artigo na íntegra na edição de Março de 2019 da Executive Digest.

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