Com uma aposta clara na mobilidade elétrica, a Audi anunciou que, a a partir de 2026, só lançará no mercado mundial modelos totalmente elétricos, eliminando gradualmente a produção dos seus modelos a combustão até 2033. Para tal, a marca dos quatro anéis já está a preparar as suas fábricas.
“Não queremos projetos autónomos em sítios verdes. Em vez disso, estamos a investir nas nossas fábricas já existentes, de forma que acabem por ser tão eficientes e flexíveis como as instalações de produção recém-construídas ou de raiz”, Gerd Walker, Membro da Direção de Produção e Logística da Audi.
Para tal, a Audi criou a 360factory, com uma abordagem coloca igual ênfase na relação custo-eficácia, sustentabilidade, flexibilidade e atratividade. A construtora quer tornar o fabrico flexível e resistente para garantir a sua resistência no futuro a longo prazo
A Audi informou ainda que, até ao final da década, vai fabricar modelos de motorização elétrica em todas as suas fábricas, a nível mundial. Para tal, vai investir 500 milhões de euros na formação dos seus profissionais.
A construtora anunciou ainda que pretende assegurar que a produção futura seja económica e, para tal, pretende reduzir os custos anuais da fábrica para metade até 2033.
Para o conseguir planeia reduzir a complexidade dos seus veículos sempre que não beneficie o cliente, continuará também a digitalizar a produção, e irá utilizar outra nova solução – montagem modular independente do ciclo – para simplificar o trabalho com elevada variabilidade de produtos.
O conceito Audi 360factory pretende ainda mostrar que a empresa é um empregador apelativo tanto a nível interno como externo – particularmente dentro da produção. Como parte deste compromisso, a Audi está presentemente a trabalhar em conceitos para tornar o horário de trabalho mais flexível, mesmo em áreas que estão ligadas a turnos específicos, e a tornar o ambiente de trabalho e as salas de descanso mais confortáveis para os seus colaboradores.



