A BYD alcançou o 91.º lugar na edição de 2026 da Fortune Global 500, mantendo-se pelo quinto ano consecutivo no ranking que reúne as maiores empresas do mundo por volume de receitas. A fabricante chinesa de veículos de novas energias e baterias elétricas consolida, assim, a sua presença entre as 100 maiores empresas globais.
O desempenho da BYD surge depois de um ano de forte crescimento. Em 2025, a empresa registou receitas de 804 mil milhões de RMB (cerca de 103,7 mil milhões de euros) e um lucro líquido de 32,6 mil milhões de RMB (4,2 mil milhões de euros).
No mesmo ano, a fabricante vendeu 4,6 milhões de veículos de novas energias (NEV), entre elétricos e híbridos plug-in, reforçando a sua posição como maior fabricante mundial neste segmento e como principal construtor automóvel da China.
A trajetória de crescimento manteve-se em 2026. Nos primeiros seis meses do ano, a BYD vendeu mais de 1,8 milhões de veículos e, em julho, atingiu um novo marco ao produzir o seu 17.º milhão de veículos de novas energias. A empresa tornou-se, segundo a própria, a primeira fabricante automóvel do mundo a alcançar este volume acumulado.
A expansão internacional é outro dos pilares do crescimento da BYD. Em 2025, as vendas fora da China ultrapassaram, pela primeira vez, a fasquia de um milhão de veículos, representando um crescimento homólogo de 145%.
Nos primeiros seis meses de 2026, as vendas internacionais superaram já as 780 mil unidades.
A empresa tem reforçado a sua presença sobretudo na América Latina, Europa e região Ásia-Pacífico. Entre os principais desenvolvimentos de 2026 estão a inauguração, no Brasil, do primeiro sistema SkyRail da BYD fora da China e a produção do veículo de novas energias número 100 mil na fábrica brasileira.
Na Europa, a marca avançou com a estreia dos modelos DENZA Z, Z9GT e D9, enquanto no Japão lançou o BYD RACCO, desenvolvido especificamente para aquele mercado. A fabricante assinalou também o segundo aniversário da sua unidade industrial na Tailândia.
Atualmente, a BYD está presente em 121 países e regiões, através de uma estratégia que combina expansão internacional com operações localizadas.














