A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com o PSI a cair mais de 1% e abaixo de 9.000 pontos e as duas EDP a desvalorizarem-se mais de 1,8%.
A EDP e a EDP Renováveis lideravam as quedas e cediam 1,88% para 4,49 euros e 1,85% para 13,79 euros, respetivamente.
Cerca das 09:20 em Lisboa, o PSI baixava 1,05% para 8.989,87 pontos, com 12 empresas a descer, três a subir e uma a manter a cotação (Semapa em 20,05 euros).
Às ações das duas EDP seguiam-se as da Sonae, Teixeira Duarte e Galp, que desciam 1,67% para 2,06 euros, 1,59% para 0,47 euros e 1,42% para 18,79 euros.
A NOS, Mota-Engil e BCP também se desvalorizavam, designadamente 1,06% para 4,87 euros, 0,97% para 4,48 euros e 0,81% para 1,04 euros.
A REN e a Corticeira Amorim baixavam 0,55% para 3,62 euros e 0,31% para 6,37 euros.
As outras duas empresas que desciam de cotação eram a Ibersol (-0,22% para 9,00 euros) e a Jerónimo Martins (-0,18% para 16,19 euros).
Em sentido contrário, os CTT e a Navigator subiam ambos 0,26% para 5,72 euros e para 3,13 euros e a Altri 0,11% para 4,66 euros.
Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, perante os novos ataques cruzados entre Washington e Teerão, depois das quedas registadas pelas bolsas asiáticas.
O euro valoriza-se 0,08% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1472 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
O Irão afirmou hoje que atacou novamente alvos militares dos Estados Unidos na Jordânia, Kuwait e Bahrein, numa nova onda de operações contra instalações dos Estados Unidos no Médio Oriente em resposta aos bombardeamentos desta madrugada contra o território iraniano.
Os resultados empresariais, no entanto, ganham peso nos mercados, em relação à instabilidade política.
Nesta sessão, o preço do petróleo desce, com o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, a recuar 0,31% para 84,69 dólares.
Nesta sessão, o mercado está atento, além dos bombardeamentos entre os EUA e o Irão, e da passagem de navios pelo estreito de Ormuz, às tecnológicas após as perdas registadas na quarta-feira no setor de semicondutores e inteligência artificial (IA).
A esta hora soube-se que a empresa de Taiwan TSMC, a maior fabricante de ‘chips’ avançados do mundo, obteve um lucro de 706.560 milhões de dólares taiwaneses (21.977 milhões de dólares, 19.163 milhões de euros) no segundo trimestre, mais 77,4% que no mesmo período do ano passado.
Os futuros da bolsa em Wall Street apontam para uma estabilização do Dow Jones e uma descida de 0,31% do Nasdaq.













