A Delta Air Lines alcançou um lucro líquido de 1.027 milhões de dólares (cerca de 898 milhões de euros) no segundo trimestre de 2026, uma queda homóloga de 26%, impactada pelo maior gasto com combustível.
Em comunicado, a companhia aérea indicou que as receitas operacionais ascenderam a 19.757 milhões de dólares (17.287 milhões de euros), um aumento de 19% face ao segundo trimestre de 2025, enquanto as receitas ajustadas cresceram 13,9%, para um valor recorde de 17.666 milhões de dólares (15.457 milhões de euros).
A Delta Air Lines confirmou ainda as previsões para o conjunto do ano, apontando para um lucro por ação ajustado entre 6,50 e 7,50 dólares.
Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da companhia, Ed Bastian, afirmou que a empresa registou lucro, apesar de ter suportado a maior despesa trimestral com combustível da história.
“A marca Delta e a nossa posição na indústria estão mais fortes do que nunca”, afirmou o responsável.
As despesas ajustadas com combustível aumentaram 77%, para 4.410 milhões de dólares (3.595 milhões de euros).
Em termos ajustados, a margem operacional caiu de 13,3% para 8,8% e o lucro por ação ajustado recuou de 2,12 para 1,56 dólares.
A transportadora reduziu a dívida líquida ajustada para 13.591 milhões de dólares (11.892 milhões de euros), menos 709 milhões de dólares (620 milhões de euros) do que no final de 2025.
O fluxo de caixa operacional ajustado foi de 1.651 milhões de dólares (1.445 milhões de euros) e o fluxo de caixa livre de 209 milhões de dólares (183 milhões de euros).
A empresa prevê uma recuperação no terceiro trimestre, estimando um lucro por ação entre 2,00 e 2,50 dólares, com uma margem operacional de 11 a 13%.
Em maio, a companhia aérea norte-americana lançou uma nova rota diária entre o Porto e Nova Iorque-JFK.














