Mau tempo: Número de clientes da E-Redes sem energia baixa para 32 mil

O número de clientes da E-Redes sem abastecimento de energia elétrica no continente diminuiu para 32 mil, a maioria nas zonas de maior impacto da depressão Kristin, segundo o mais recente balanço da empresa.

Executive Digest com Lusa

O número de clientes da E-Redes sem abastecimento de energia elétrica no continente diminuiu para 32 mil, a maioria nas zonas de maior impacto da depressão Kristin, segundo o mais recente balanço da empresa.


A E-Redes apontou que, na zona mais crítica estavam até às 17:30 de hoje sem energia 22 mil clientes.


No total do continente, eram 32 mil clientes sem energia, devido ao surgimento de novas avarias e situações de inundações, acrescentou.


Num balanço relativo às 08:00 de hoje, a empresa indicou que nessa zona mais crítica, a essa hora, estavam ainda cerca de 36 mil clientes sem energia, num total de 45 mil em todo o continente.


“A E-Redes tem continuado focada em restabelecer o fornecimento de energia elétrica, em particular nas zonas de maior impacto da depressão Kristin”, destacou a empresa.

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“Reforçamos o alerta para que, caso identifique infraestruturas elétricas caídas ou danificadas, se mantenha afastado e reporte a situação à E-REDES (800 506 506 ou balcaodigital.e-redes.pt)”, apontou ainda.


Na quinta-feira, a E-Redes tinha indicado que, pelas 08:00, havia um total de 33 mil clientes sem abastecimento de energia elétrica devido a avarias, a maioria delas, 25 mil, em zonas afetadas pela depressão Kristin, que ocorreu há duas semanas.


Na altura, mais de um milhão de clientes ficaram sem energia.

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Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.


O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


 

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