O líder do Chega, André Ventura, garantiu esta quarta-feira as 7.500 assinaturas necessárias para formalizar a sua candidatura à Presidência da República, tornando-se o segundo candidato a atingir este marco — mas em tempo recorde. Segundo a equipa de campanha, Ventura alcançou o número exigido em apenas cinco horas, superando largamente o feito de João Cotrim de Figueiredo, que tinha demorado dois dias a atingir o mesmo objetivo.
O anúncio foi feito pela equipa da candidatura do Chega, que confirmou ao Observador que o número de assinaturas ultrapassou rapidamente as 9.000, revelando uma forte mobilização entre simpatizantes e militantes. “Este resultado demonstra uma ampla mobilização de cidadãos em todo o mundo e o forte empenho de todos os que apoiam esta candidatura”, refere a equipa num comunicado.
Com este resultado, André Ventura tem já reunidos todos os apoios necessários para formalizar a candidatura junto do Tribunal Constitucional, cumprindo os requisitos legais exigidos para as presidenciais de 2026.
Em declarações difundidas pela equipa, o líder do Chega agradeceu “o envolvimento e a dedicação de todos os subscritores que tornaram possível este marco histórico”, sublinhando a rapidez e o entusiasmo com que os cidadãos responderam ao apelo lançado pela sua candidatura.
A proeza de Ventura surge poucos dias depois de João Cotrim de Figueiredo, antigo líder da Iniciativa Liberal, ter sido o primeiro candidato presidencial a atingir as 7.500 assinaturas necessárias para avançar para Belém. O liberal, que se apresentou oficialmente no início do mês, tinha celebrado o feito como um recorde de rapidez e inovação, ao alcançar o objetivo em 48 horas, utilizando exclusivamente a plataforma digital do Ministério da Administração Interna e as redes sociais para mobilizar apoiantes.
No entanto, Ventura conseguiu bater esse recorde com larga vantagem, recolhendo o mesmo número de assinaturas em menos de um quarto do tempo.




