Os dirigentes da UE vão reunir-se esta quinta e sexta-feira em Bruxelas para debater os desafios geo-económicos e a evolução da situação na Ucrânia e no Médio Oriente.
“Abordaremos várias questões que têm de ser enfrentadas em conjunto para fazer avançar as nossas ambições comuns: construir uma Europa mais competitiva, mais segura e mais autónoma para os nossos cidadãos e assegurar que a União Europeia possa ser um interveniente mundial eficaz, previsível e fiável”, apontou António Costa, presidente do Conselho Europeu.
A defesa e segurança europeias, a migração, a preparação e a segurança interna também estão na ordem do dia.
Os dirigentes da UE farão o balanço da evolução recente da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia. Para o efeito, debaterão a forma de continuar a apoiar os esforços em prol da paz, juntamente com os parceiros, nomeadamente exercendo mais pressão sobre a Rússia para que aceite um cessar-fogo significativo e demonstre uma verdadeira vontade de negociar. Abordarão igualmente a via da Ucrânia rumo à adesão à UE.
“A Ucrânia tem envidado esforços firmes para permitir um verdadeiro processo de paz. E a UE continuará igualmente firme no seu apoio à Ucrânia”, reforçou o antigo primeiro-ministro português.
Os dirigentes da UE também vão abordar os últimos acontecimentos no Médio Oriente, nomeadamente a situação humanitária em Gaza e a perigosa escalada que ameaça desestabilizar a região. “Apelo a todas as partes para que deem provas de contenção e respeito pelo direito internacional e pela segurança nuclear. A diplomacia continua a ser a única forma de trazer paz e segurança à região do Médio Oriente. Em caso de nova escalada, demasiados civis voltarão a ser vítimas”, realçou António Costa.
Migração e asilo, defesa e segurança europeias, Moldávia e Balcãs Ocidentais vão outros dos temas em discussão nos próximos dois dias.














