Tripulantes da easyJet reúnem-se hoje em assembleia geral de emergência para analisar situação laboral

Os tripulantes da easyJet vão reunir-se hoje em assembleia geral de emergência para analisar a situação laboral na companhia aérea e decidir medidas a tomar em relação à “disrupção” que sentem na operação.

Executive Digest com Lusa

Os tripulantes da easyJet vão reunir-se hoje em assembleia geral de emergência para analisar a situação laboral na companhia aérea e decidir medidas a tomar em relação à “disrupção” que sentem na operação.

De acordo com a convocatória enviada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) aos associados, a assembleia geral de emergência que se realiza às 10:00, tem como ponto único “análise da situação laboral na easyJet e medidas a tomar”.



Em comunicado enviado à imprensa, o SNPVAC disse que tinha reunido com a empresa e que esperava uma resposta da easyJet acerca das medidas apresentadas pelo sindicato “para contrabalançar a disrupção” que os tripulantes sentem na operação.

Segundo o sindicato, “a reunião apenas serviu para demonstrar que a empresa não tinha soluções para ultrapassar todas estas disrupções operacionais, falta de recursos humanos”, nem dar resposta às pretensões dos trabalhadores, tendo a empresa pedido até à próxima terça-feira, dia de reunião da administração, onde vai ser um discutido um plano para fazer face àquelas questões.

“Tendo todos os fatores em consideração, é tempo de voltar a reunir todos os associados em assembleia-geral e iremos pedir a sua marcação ao presidente da Mesa. Que fique muito claro que nenhuma forma de luta estará descartada, nomeadamente o nosso direito à greve”, avançou o sindicato.

Para a estrutura liderada por Ricardo Penarróias, “não é sensato ou sequer exequível esperar por um plano que apenas pretende ser um remendo, um plano a meio do verão que nada resolve”, e que o SNPVAC desconhece.

O sindicato realçou ainda que, na semana passada, houve disponibilidade financeira da empresa “para atenuar determinadas disrupções” à classe dos pilotos e lembrou que “nenhum voo comercial de passageiros pode sair sem tripulação de cabine”.

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