Portugal está no geral em ‘risco muito elevado’ pela 11.ª semana seguida, nos mapas do Centro Europeu para Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) sobre decisões de viagens na União Europeia (UE), onde todo quase todo o país está pintado a vermelho escuro, exceto o Norte que registou uma melhoria.
Em causa estão os mapas do ECDC de indicadores combinados, abrangendo as taxas de notificação de casos de covid-19 nos últimos 14 dias, o número de testes realizados e o total de positivos, que são atualizados semanalmente, todas as quintas.
Updated 🚦 maps are online!
These maps aim to support the @EUCouncil recommendation on travel measures in the EU during #COVID19 pandemic.Color-blind friendly map in the next tweet.https://t.co/CcBVx6B0o5 pic.twitter.com/CUbfljXKVe
— ECDC (@ECDC_EU) March 24, 2022
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O vermelho escuro é o nível máximo de risco e diz respeito a territórios com taxa cumulativa de notificação de casos de infeção nos últimos 14 dias entre 100 e 300 casos por 100 mil habitantes e a taxa de positividade dos testes de é de 4% ou mais.
Já o laranja é o segundo nível máximo de risco e diz respeito a territórios com taxa cumulativa de notificação de casos de infeção nos últimos 14 dias superior a 500 casos por 100 mil habitantes.
Pela primeira vez desde 30 de dezembro – há quase três meses – Portugal regista um desagravamento da pandemia, com uma região pintada a vermelho e não a ‘vermelho escuro’, como tem sido hábito nas últimas 11 semanas.
Também no resto da Europa a situação é de desaceleração cada vez mais significativa dos contágios, com mais regiões, que anteriormente estavam a vermelho escuro, a passar agora para laranja, um nível ainda menos grave de risco.
Estes mapas da agência europeia seguem um sistema de semáforos sobre a propagação da covid-19 na UE, a começar no verde, passando pelo amarelo, laranja e vermelho escuro.
Os mapas servem de auxílio aos Estados-membros sobre as restrições a aplicar às viagens no espaço comunitário. Em meados de junho, o Conselho da UE adotou uma recomendação para abordagem coordenada nas viagens, propondo que vacinados e recuperados da covid-19 não sejam submetidos a medidas restritivas como quarentenas ou testes.











