Ministério Público liberta um dos suspeitos das agressões aos quatro polícias; dois fuzileiros mantêm-se detidos e vão a tribunal esta quarta-feira

Detido foi libertado pelo Ministério Público por não ter tido à partida um envolvimento direto no homicídio do malogrado polícia

Francisco Laranjeira

Foi libertado esta terça-feira um dos detidos pela Polícia Judiciária no caso das brutais agressões do passado sábado à porta da discoteca MOME, em Lisboa, no qual resultou na morte do agente da PSP, Fábio Guerra – o detido foi libertado pelo Ministério Público por não ter tido à partida um envolvimento direto no homicídio do malogrado polícia, segundo revelou a ‘CNN Portugal’. O suspeito, que não tem ligações à Marinha, ficou no entanto como arguido por crimes como participação em rixa.

Os dois fuzileiros mantêm-se detidos e aguardam audiência em tribunal, que está marcada para esta quarta-feira. Ambos estão indiciados por homicídio qualificado e arriscam prisão preventiva. Outros envolvidos no crime estão a ser procurados pela Polícia Judiciária e são esperadas mais detenções nos próximos dias.

No último domingo, a Marinha portuguesa revelou que os dois fuzileiros estavam a responder a um inquérito interno e “à disposição das autoridades” sobre os acontecimentos que culminaram com a agressão aos quatro polícias no exterior de uma discoteca em Lisboa.

Segundo relatou a polícia, no local dos incidentes entre dois grupos, encontravam-se “quatro polícias, fora de serviço, que imediatamente intervieram, como era sua obrigação legal”, acabando por ser agredidos “violentamente” por um dos grupos.

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