No ano de 2020, os Estados-Membros da UE gastaram cerca de 311 mil milhões de euros em investigação e desenvolvimento (I&D), o que representa uma diminuição de mil milhões em comparação com o ano anterior, 2019 (312 mil milhões). Portugal está abaixo da média da UE.
“A I&D é o principal motor da inovação, e os gastos e a intensidade de I&D são dois dos principais indicadores utilizados para monitorizar os recursos dedicados à ciência e tecnologia em todo o mundo”, revela o Eurostat.
A média da UE no que respeita ao investimento em I&D situa-se nos 2,3% do PIB do país, no entanto, Portugal encontra-se abaixo, com uma intensidade a rondar os 1,6%.
Bélgica e Suécia (3,5% do PIB), Áustria (3,2%) e Alemanha (3,1%) encontram-se no topo da tabela, enquanto seis Estados-Membros registaram uma intensidade de I&D inferior a 1% do PIB: Roménia (0,5%), Malta e Letónia (ambos 0,7%), Chipre, Bulgária e Eslováquia (todos 0,9%).
O setor empresarial continua a ser o principal setor em que foram gastos em I&D, correspondendo a 66% do total de I&D desembolsado em 2020, seguido pelo setor de ensino superior (22%), o setor governamental (12%) e o setor privado sem lucros (1%; os dados podem não somar 100% devido ao arredondamento).














