No decurso do terceiro trimestre de 2021, o Banco de Portugal instaurou 56 e decidiu 44 processos de contraordenação, segundo as informações avançadas pela instituição liderada por Mário Centeno.
“Dos 44 processos decididos, 22 respeitam a infrações de natureza prudencial, 9 respeitam a infrações a deveres relativos à prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo, 8 respeitam a infrações de natureza comportamental e 5 respeitam a infrações às regras em matéria de recirculação de numerário”, concretiza o supervisor
No contexto das decisões proferidas foram aplicadas coimas que totalizaram 1.581.500,00 euros dos quais 225.mil euros suspensos na sua execução.





