“A TAP é um ativo nacional e tem que ser preservada”, diz Sitava

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) critica as declarações do presidente da ACP Associação Comercial do Porto e classifica-as como um ataque não só aos um ataque aos trabalhadores da TAP, mas a todos os trabalhadores portugueses.

André Manuel Mendes

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) critica as declarações do presidente da ACP Associação Comercial do Porto e classifica-as como um ataque não só aos um ataque aos trabalhadores da TAP, mas a todos os trabalhadores portugueses. “A TAP é um ativo nacional e tem que ser preservada”, diz o comunicado de reação do sindicato.

Em comunicado enviado às redações, o Sitava reconhece que as declarações de Nuno Botelho na última edição do jornal ‘Expresso’ são consideradas como “uma patetice recheada de imbecilidades”.



“Para este senhor existem apenas dois destinos para os trabalhadores em Portugal: ou um emprego precário no turismo “Low Cost” que essa associação defende e promove, ou a emigração”, pode ler-se na reação da associação.

O Sitava pede ao Governo e ao Conselho de Administração que façam valer em Bruxelas o interesse nacional, que voltem a colocar a TAP no mercado, garantindo-lhe os meios financeiros para tal.

O Sindicato acusa ainda o Governo e a administração da TAP de passividade para com os “ignóbeis e sórdidos ataques de que a TAP está a ser alvo”.

“Será que estes senhores negam que a TAP foi e voltará a ser o maior exportador nacional de serviços? Que o Grupo TAP, mesmo depois da pandemia, cria mais de dez mil postos de trabalho diretos – a esmagadora maioria deles altamente especializados – e muitos mais milhares indiretos? Que compra no mercado nacional a mais de mil empresas portuguesas?”, questiona o sindicato.

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