Na primeira metade do ano, as empresas emergentes na Europa conseguiram quase três vezes mais dinheiro do que no primeiro semestre do ano passado, segundo o Politico.
Tais valores deixam clara a tendência de aumento do peso das startups europeias no cenário global. Em 2021, o continente foi responsável por 18% do financiamento global total para startups, naquilo que os funcionários da Comissão classificam como um ano “espetacular”.
A Suécia, por exemplo, supera os EUA nos cálculos per capita em termos de financiamento às empresas emergentes.
O produtor sueco de baterias Northvolt e a fintech Klarna estão entre as startups que conseguiram financiamentos muito elevados.
“As startups (de deep tech) têm mais probabilidade de contribuir para uma transição verde e soberania tecnológica, mas o valor investido é maior e o retorno sobre o investimento é mais longo”, explicou um funcionário da Comissão.
“Há um grande aumento de investimento por parte de investidores americanos em startups digitais, mas também há uma relação direta com a fuga de cérebros”, comentou um funcionário da UE. ”
Os países nórdicos, os países bálticos, o Luxemburgo, a Alemanha e França têm um desempenho acima da média europeia, enquanto a Bélgica, a Áustria e os países do Leste e do Sul ficam abaixo.













