O IPAM apresenta um portefólio de formação que visa dar resposta às tendências de mercado em áreas como transformação digital, inteligência artificial, business intelligence, consumer insights, e-commerce, branding, e também vem mantendo os chamados programas estruturais na área do marketing e sales. A instituição assiste a uma procura por programas mais curtos e intensivos em áreas iminentemente técnicas, que permitam aceder rapidamente a novos conhecimentos, e ajudem à certificação de competências que vão ajudar no desenvolvimento pessoal ou na mudança profissional. «A nossa estratégia passa por apostar na inovação, e tendo em conta a alteração que se perspectiva em termos de experiência de aprendizagem e em função de diferentes necessidades e targets, a aposta passa pelo ensino presencial (face to face), o ensino à distância (e-learning) e o ensino híbrido (blended-learning)», explica Sílvia Bandeira, coordenadora de programas executivos do IPAM, à Executive Digest.
No actual contexto económico e empresarial, em constante alteração, os programas de formação executiva do IPAM promovem um conjunto de competências, no domínio dos desafios do futuro e pela construção de experiências de aprendizagem indutoras de pessoas e de organizações mais preparadas em todas as suas vertentes permitindo uma performance individual e profissional do indivíduo, bem como o partilhar de experiências fomentando assim o networking.
Com um Modelo Académico de ensino imersivo, o IPAM orgulha-se da metodologia “learn by doing”, que é transversal a todos os segmentos da instituição. Em constante proximidade com as empresas, o ensino baseia-se em casos reais, trabalhados em conjunto com as próprias empresas, sendo este contacto com a realidade profissional uma fonte rica de networking para os alunos que lhes proporciona vantagens competitivas face a um ensino menos participativo. Sendo o desenvolvimento pessoal, relacional e organizacional fundamental, através do Employability Office, os alunos têm também apoio no desenvolvimento das suas soft e hard skills, no seu plano de carreira e beneficiam da ligação da escola com o tecido empresarial.
INVESTIMENTO
Quando se fala de formação, esta é sobretudo associada à gestão de pessoas e deve ser uma aposta estratégica das organizações para desenvolver o seu capital humano. O desempenho dos colaboradores com mais formação, ou competências, são essenciais para que as organizações atinjam os seus objectivos. A formação deve ser encarada pelas organizações como um investimento de valor. Actualmente, as empresas procuram atracção e retenção dos melhores profissionais e, para isso, devem apostar no seu desenvolvimento e motivação. «Manter os colaboradores actualizados sobre as tendências de mercado, tecnologias, desenvolvimento das suas áreas de actividade, contribui para uma melhor capacidade de inovação e adaptação às exigências do mundo de hoje. A formação executiva vai valorizar a imagem das organizações, e dos seus colaboradores nas mais variadas competências», acrescenta Sílvia Bandeira.
A adaptação a novos modelos pedagógicos e de aprendizagem, sempre foram tidos em atenção pelo IPAM. Sempre houve uma aposta num ensino/aprendizagem inovador, apostando muito na prática, em parcerias com marcas e organizações no desenvolvimento de conteúdos. A pandemia veio acelerar a adaptação ao uso de meios digitais para a formação à distância ou em blended learning e com isto surgem novos métodos pedagógicos e de aprendizagem. Os programas de formação começam a apostar numa estrutura pedagógica de aprendizagem híbrida, com aulas presenciais, aulas à distância e rotativas. Para avançar nesta nova forma de ensino os professores desenvolvem as suas competências em áreas como as Novas Tecnologias, plataformas de ensino, como seja o BlackBoard, Canvas, entre outros. «O desenvolvimento destes ambientes de aprendizagem virtuais leva a que o professor adapte os métodos de ensino como a disponibilidade de elementos de estudo em ambiente digital, ferramentas colaborativas para actividades individuais e de grupo. Os professores são formados de uma forma que lhes vai permitir usar as tecnologias de forma eficaz», conclui a coordenadora de programas executivos.
Este artigo faz parte do Caderno Especial “MBA, Pós-graduações & Formação de Executivos”, publicado na edição de Maio (n.º 182) da Executive Digest.













