
A consultora AlixPartners elaborou um estudo onde concluiu que o futuro dos fabricantes automóveis passa por abraçar um futuro que hoje ainda parece incerto e “assustador” no que diz respeito às novas tecnologias.
Com o acrónimo CASE, relativo a automóveis conectados, autónomos, partilhados e eléctricos (Connected, Autonomous, Shared and Electric), a empresa determinou que existe um grupo de tecnologias futuristas que têm de ser tidas em conta por aqueles que queiram manter-se na liderança do mercado. Contudo, a AlixPartners recorda que são poucas as marcas que conseguirão lidar financeiramente com as quatro premissas ao mesmo tempo, tendo conhecimento de causa na medida em que foi essa a companhia que mediou a reestruturação da General Motors em 2009.
A questão, para a AlixPartners, passa pela pressão financeira que a aposta nas novas tecnologias poderá acarretar para as marcas automóveis, com os gastos necessários nas áreas da mobilidade verde e sistemas de infoentretenimento a ‘ensombrarem’ os potenciais ganhos financeiros.
No entanto, concedendo alguma razão a Sergio Marchionne, CEO da FCA Automobiles, também a AlixPartners concorda que uma possível união entre fabricantes é vantajosa para a indústria automóvel, a qual conta com custos mais avultados. Contudo, a mesma acredita que também seria possível para as marcas desenvolverem no máximo duas tecnologias nativas e que posteriormente fizessem parcerias com outros fabricantes e empresas tecnológicas.
Actualmente, segundo o estudo, existem nove acordos em termos industriais, 16 ‘joint ventures’, 17 alianças de montagem e 15 alianças técnicas.
Novas tecnologias são desafio para construtores automóveis
A consultora AlixPartners elaborou um estudo onde concluiu que o futuro dos fabricantes automóveis passa por abraçar um futuro que hoje ainda parece incerto e “assustador” no que diz respeito às novas tecnologias. Com o acrónimo CASE, relativo a automóveis conectados, autónomos, partilhados e eléctricos (Connected, Autonomous, Shared and Electric), a empresa determinou que existe um grupo de tecnologias futuristas que têm de ser tidas em conta por aqueles que queiram manter-se na liderança do mercado. Contudo, a AlixPartners recorda que são poucas as marcas que conseguirão lidar financeiramente com as quatro premissas ao mesmo tempo, tendo conhecimento de causa na medida em que foi essa a companhia que mediou a reestruturação da General Motors em 2009. A questão, para a AlixPartners, passa pela pressão financeira que a aposta nas novas tecnologias poderá acarretar para as marcas automóveis, com os gastos necessários nas áreas da mobilidade verde e sistemas de infoentretenimento a ‘ensombrarem’ os potenciais ganhos financeiros. No entanto, concedendo alguma razão a Sergio Marchionne, CEO da FCA Automobiles, também a AlixPartners concorda que uma possível união entre fabricantes é vantajosa para a indústria automóvel, a qual conta com custos mais avultados. Contudo, a mesma acredita que também seria possível…
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