Wall Street fecha sem rumo mas com recordes do S&P500 e Nasdaq

A bolsa nova-iorquina encerrou sem rumo nem grande variação, mas com novos recordes do S&P500, o segundo consecutivo, e Nasdaq, a abrir uma semana cheia de resultados empresariais e com uma reunião da Reserva Federal (Fed).

Executive Digest com Lusa

A bolsa nova-iorquina encerrou sem rumo nem grande variação, mas com novos recordes do S&P500, o segundo consecutivo, e Nasdaq, a abrir uma semana cheia de resultados empresariais e com uma reunião da Reserva Federal (Fed).


Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average cedeu 0,13%, ao passo que o tecnológico Nasdaq avançou 0,20% e o alargado S&P500 progrediu 0,12%.


Ao longo da sessão, os investidores demonstraram falta de entusiasmo e uma opção pela paciência, antes de receberem uma série de resultados trimestrais, designadamente das grandes tecnológicas.


Para Adam Sarhan, da 50 Park Investments, estes números estão a ser aguardados com otimismo: “Até agora, a época dos resultados está a ser relativamente sólida”, sintetizou, em declarações à AFP.


Alguns resultados suscitaram mesmo um forte entusiasmo. Foi o caso dos da Intel, que conduziram a uma valorização do título em mais de 23% na sexta-feira.

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“Os investidores vão deixar o benefício da dúvida” às empresas “e continuarem otimistas” enquanto não receberem informações dececionantes”, anteviu.


Amazon, Microsoft, Alphabet, Meta e Apple vão divulgar os seus números na quarta ê quinta-feira.


Enquanto os investidores esperam, a ausência de novidades na guerra do Médio Oriente, em particular sobre o Estreito de Ormuz, cujo fecho causa uma forte tensão no mercado petrolífero, não abalou os índices bolsistas.

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Pelo contrário, os operadores bolsistas optaram por “se abstrair” da guerra e “concentrarem-se nos resultados das empresas, que pesam nos índices, opinou Mark Malek, de Siebert Financial.


Os investidores “têm razão” para fazer esta opção, considerou. Como justificou, as empresas vão incluir nas suas previsões as consequências esperadas da subida dos preços no seu modelo de negócio.


Na macroeconomia, os investidores preparam-se para conhecerem decisões de vários bancos centrais ao longo da semana, como a Fed e o Banco Central Europeu.


Mais do que sobre as taxas de juro, cuja manutenção é esperada, a atenção vai focar-se nos discursos dos seus dirigentes, em particular sobre os riscos inflacionistas da guerra iniciada pelo ataque israelo-norte-americano ao Irão.


 

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