Viver no interior: conheça os concelhos com mais incentivos

Está interessado em viver ou trabalhar no Interior de Portugal? Descubra, no nosso mapa interativo, os municípios com mais apoios para quem quer regressar ou descobrir o Interior do País.

Executive Digest com DECO

Quando a profissão exercida se coaduna com teletrabalho ou é compatível com o afastamento das grandes cidades, mudar-se para o Interior garante proximidade com o comércio local e menos tempo despendido em trajetos essenciais. Estes são grandes atrativos no dia-a-dia. Além disso, quem decide ir para o Interior está a dar mais um passo no sentido de garantir maior sustentabilidade.

Que concelhos do Interior têm mais incentivos?

Todos ganham com a deslocalização e a descentralização geográfica. Com um regresso ao Interior, ganha o País e ganha o planeta. O alívio da pressão sobre as grandes cidades garante a sustentabilidade. Para o guiar nessa mudança de vida, a Deco criou um mapa interativo de incentivos por concelho.



MAPA DE INCENTIVOS POR CONCELHO

Aberto o mapa, só tem de indicar dois caminhos: o distrito e o concelho que pretende analisar. Feito isto, conheça o que ele tem para oferecer de incentivos em termos de vantagens fiscais (IMI e IRS), oferta de habitação e emprego, ajuda a carenciados e apoio a idosos/seniores e ainda o que garante esse concelho em relação a apoio à fixação de casais – casamento, incentivos à natalidade, suporte a carenciados mais jovens, transportes públicos escolares e estudos.

Pode conhecer, ainda, o ranking de concelhos com mais apoios. E pode comparar o seu desempenho com outros.

É importante regressar ao Interior do País

Não é sustentável que sete em cada dez pessoas vivam concentradas (a menos de 50 quilómetros) do Litoral. Só podemos ser verdadeiramente sustentáveis se voltarmos ao Interior e reequilibrarmos a balança.

É preciso inverter a lógica de povoamento do País. Para tal, precisamos de incentivos que fixem a população, como emprego, escolas, hospitais, boas redes de transporte, acesso aos bens de primeira necessidade e a espaços lúdicos e culturais. Com distâncias mais curtas e bens e serviços à distância de uma caminhada, a qualidade de vida é maior. E a pegada ecológica é muito menor.

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