Vista Alegre elege administração a 16 de junho

A assembleia-geral anual da Vista Alegre está marcada para 16 de junho e tem, entre os cinco pontos na ordem de trabalhos, a eleição do Conselho de Administração para o mandato de 2021, anunciou hoje a empresa.

Executive Digest com Lusa

A assembleia-geral anual da Vista Alegre está marcada para 16 de junho e tem, entre os cinco pontos na ordem de trabalhos, a eleição do Conselho de Administração para o mandato de 2021, anunciou hoje a empresa.

Os acionistas da Vista Alegre Atlantis (VAA) vão deliberar o relatório de gestão, as contas do exercício e demais documentos de prestação de contas individuais, bem como a deliberar a proposta de aplicação de resultados do exercício de 2020 e proceder à apreciação geral da administração e da fiscalização da sociedade.



Na reunião magna, os acionistas vão ainda deliberar sobre a política de remuneração dos membros dos órgãos de administração e de fiscalização da empresa e proceder à eleição dos membros da mesa da assembleia-geral (AG), do Conselho de Administração (CA), da Comissão de Remunerações e do Conselho Fiscal “para exercerem funções durante o mandato de 2021, bem como do Revisor Oficial de Contas ou sociedade de Revisores Oficiais de Contas para exercer funções durante o biénio 2021/2022”, lê-se no comunicado.

No ponto dois da ordem de trabalhos, que se refere ao âmbito da aplicação de resultados do exercício de 2020, o Conselho de Administração propõe, considerando que no ano passado “foi obtido um resultado líquido negativo de 3.497.172,73 euros”, que o mesmo passe para resultados transitados.

A Visabeira Indústria SGPS, que detém mais de 80% da Vista Alegre, propõe, no ponto três da ordem de trabalhos, “um voto de confiança e louvor” ao CA, ao Conselho Fiscal e ao Revisor Oficial de Contas, “e a todos e a cada um dos seus respetivos membros, pela forma como desempenharam a sua atividade durante o exercício de 2020”, refere a VAA, em comunicado.

No que respeita à política de remuneração dos membros dos órgãos sociais, o quarto ponto na ordem de trabalhos, a VAA refere, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que a Comissão de Remunerações entende “ser prudente manter os princípios e critérios de estruturação da remuneração dos membros dos órgãos de administração e fiscalização da sociedade que têm vindo a ser implementados nos últimos anos”.

A Comissão refere a remuneração dos membros não executivos do CA (incluindo os membros das comissões internas deste órgão) “para o ano de 2021 comporta exclusivamente uma componente fixa”.

No caso dos membros executivos do Conselho de Administração, para o presente ano, “comporta uma componente fixa e uma eventual componente variável com caráter extraordinário face à prudência e ao desincentivo à assunção excessiva de risco que o atual momento da sociedade e do panorama em que atua requer”, lê-se o comunicado.

Relativamente à eleição dos órgãos sociais, que é o quinto ponto, a Visabeira Indústria SGPS, apresenta a sua proposta para eleição/reeleição dos membros da assembleia-geral (AG), Conselho Administração, Conselho Fiscal e Comissão de Remunerações, para o mandato do presente ano.

Para a mesa da AG, propõe a reeleição de Paulo Portas para presidente e de Marta Santos Temudo para secretária.

No que respeita ao CA, propõe a reeleição de Nuno Marques como presidente do órgão. A este junta-se Paulo Pires como vice-presidente e os vogais Alexandra Lopes, Nuno Barra, Paulo Soares, Alda Costa e Teodorico Pais, os quais são também administradores executivos.

Os restantes membros são Cristina Lopes, Nuno Fernandes Thomaz, a professora Celine Abecassis Moedas e o embaixador Mário Godinho de Matos.

Para presidir ao Conselho Fiscal é proposto Nelson Moinhos e para a Comissão de Remunerações a Visabeira Indústria, representada por Carlos Valverde.

O Conselho Fiscal da Vista Alegre propõe a eleição da Delloitte Associados SROC para Revisor Oficial de Contas para exercer funções durante o biénio 2021/2022.

O grupo Vista Alegre registou um prejuízo de 2,1 milhões de euros no ano passado, contra lucros de 7,5 milhões de euros em 2019, impactado pela pandemia.

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