A Virgin Galactic adiou os voos comerciais, até ao Espaço, para o último trimestre de 2022, depois de uma série de testes ter revelado que alguns materiais da nave que “tinham pouca força”, o que levará a uma inspeção mais profunda.
A empresa vai ainda aperfeiçoar os materiais utilizados, durante cerca de oito meses, de forma a aumentar a “confiança, durabilidade e redução dos requisitos de manutenção” das naves VMS Eve e VSS Unity.
O anúncio surge um mês depois de a empresa já ter adiado a primeira missão espacial comercial em cooperação com a Força Aérea Italiana devido a um defeito de fabricação, encontrado no sistema de controlo.
A missão estava originalmente programada para descolar, no máximo, no início de outubro.
A empresa já avisou, no entanto, que o problema já foi resolvido. A Virgin Galactic também recebeu, há duas semanas, uma autorização da Administração Federal norte-americana de Aviação para voltar a operar, depois de uma nave que transportava o fundador da empresa, Richard Branson, ter saido do curso.
A Virgin Galactic disse em agosto que começaria a vender passagens para voos comerciais no próximo ano a partir dos 450 mil dólares.
Esta notícia surge numa altura em que Príncipe william do Reino Unido atacou Branson, Jeff Bezos e o CEO da Tesla, Elon Musk, dizendo em uma entrevista a um podcast da BBC que “precisamos de alguns dos maiores cérebros e mentes do mundo fixos na tentativa de reparar este planeta, não tentando encontrar o próximo lugar para ir e viver.









