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Volvo Ocean Race deixa Lisboa mas regresso está no horizonte

A Volvo Ocean Race deixou este Domingo a cidade de Lisboa, depois de 14 dias de muitas actividades, regatas locais e animação na Doca de Pedrouços, em Algés, mas nos planos da autarquia está o estabelecimento da cidade de Lisboa como ponto de partida da edição de 2020. Pelas 14h00, a frota de veleiros VO65 partiu rumo à cidade francesa de Lorient, naquela que será a oitava etapa da maior regata à volta do mundo, tendo as sete equipas iniciado um percurso pelo rio Tejo até ao Terreiro do Paço para, depois, inverterem o sentido rumo ao Atlântico. O público não faltou à chamada: tanto no rio – com centenas de barcos e amantes da vela que vieram acompanhar o início da regata – como nas margens, muita gente aplaudiu os participantes da Volvo Ocean Race. Boatyard da Volvo Ocean Race fica em Lisboa O balanço final é positivo e os preparativos para a próxima edição já estão em marcha. Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, anunciou este Domingo que o estaleiro naval oficial da Volvo Ocean Race – The Boatyard – permanecerá em Lisboa. “O estaleiro comum serve não só a reparação dos barcos mas também para a preparação das épocas seguintes. O objectivo é que no final da regata os barcos regressem a Lisboa e façam em Portugal as reparações necessárias”, adiantou Fernando Medina que, num gesto simbólico, procedeu à troca das bandeiras nacionais com Dominique Narbey, directora do stopover de Lorient. “Queremos Lisboa como base para os treinos das equipas. A estadia definitiva do estaleiro oficial é um avanço importante para os objectivos futuros da autarquia, da Administração do Porto de Lisboa, da Direcção Geral da Política do Mar e da empresa responsável pela organização do evento Urban Wind. Trabalhámos muito ao longo destas semanas para dar sinais de confiança à organização…

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