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Ensaio Renault Zoe 240: Autonomia reforçada

[youtube height=”HEIGHT” width=”WIDTH”]https://www.youtube.com/watch?v=VLPNdGP9xlQ[/youtube]   Os veículos elétricos são já uma visão comum no quotidiano, sendo cada vez em maior número os condutores que aderem a esta tecnologia, mais amiga do ambiente ao eliminar as emissões poluentes para a atmosfera. Com efeito, entramos já na segunda leva de modelos elétricos desde que em 2010 começaram a surgir como aposta de algumas marcas. Os novos modelos revelam-se mais eficientes, como é o caso deste Renault Zoe que recebeu no decurso de 2015 uma atualização técnica cuja grande novidade é a melhoria da autonomia. Parece igual. O que muda? Pois parece e isso porque as mudanças estão escondidas. Grande precursor da estratégia de Zero Emissões da Renault, este modelo conta como atributo principal com um novo motor elétrico de maior capacidade que lhe permite apresentar uma autonomia estimada de 240 quilómetros, naquela que é uma melhoria ligeira mas importante face aos anteriores 210 quilómetros apontados pela marca gaulesa para o Zoe. Trata-se de um motor elétrico síncrono de 65 kW (equivalente a 88 cv) e 220 Nm de binário, sendo alimentado por uma bateria de iões de lítio de 22 kWh situada sob o piso do habitáculo para melhor distribuição de peso e centro de gravidade mais baixo. A grande novidade deste modelo em relação ao anterior é, assim, um motor mais compacto que reivindica mais autonomia, melhor rendimento (graças a uma gestão eletrónica diferente) e menor tempo de carregamento, devido à evolução feita no sistema Camaléon (Camaleão). A este propósito, o sistema de gestão de carga, denominado ‘Power Electronic Controller’, foi renovado, necessitando agora de menos tempo na rede doméstica (tanto de 3 kW como de 11 kW) para carregar as baterias. As dimensões do motor, das unidades de controlo de potência e do sistema de carregamento foram igualmente reduzidas, permitindo assim ganhos…

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