Nota: Não se esqueça de colocar o vídeo em 1080p HD! Depois do CX5, do 6 e do 3, o 2 é o quarto Mazda a ser desenvolvido sob o mote da redução de peso e elevada eficiência dos seus motores Skyactiv. No caso, o bloco 1.5 a gasolina, sendo que o Diesel, com a mesma capacidade, chega lá mais para a frente. Mas já lá vamos. Tal como os seus irmãos, o Mazda2 foi desenhado seguindo a filosofia Kodo – Alma em movimento. Num primeiro olhar pela secção dianteira, a semelhança com outros modelos da marca é evidente, principalmente pela grelha e faróis. Atrás, as parecenças apontam mais para a anterior geração do Mazda2, numa espécie de renovação do conceito. Face ao seu antecessor, está maior, principalmente na distância entre-eixos, mas o seu desenho fá-lo parecer sempre muito compacto, principalmente quando colocado perante alguns dos seus concorrentes, como o Renault Clio. Compacto é também no peso, com uma tara de apenas 1050 kg, conseguidos graças à melhor gestão da utilização dos aços de alta resistência. A solidez é outras das bandeiras na Mazda em relação ao desenvolvimento do seu utilitário e facilmente se percebe que não se trata apenas de marketing. O Mazda2 apresenta níveis de solidez ímpares no segmento, não transmitindo qualquer espécie de ruídos ou vibrações. O utilitário nipónico passa pelo piso degradado como se nada fosse e só não é mais impressionante porque a suspensão apresenta um acerto excessivamente firme, muito escamoteado pelos pneus 185/65 R15, que funcionam como almofada. Por outro lado, assim que atacamos um traçado um pouco mais sinuoso, esquecemos o facto do pequeno japonês não ser especialmente confortável, dado a forma ágil e divertida como todo o chassis se comporta. A frente segue a linha que desejamos, a traseira colabora sempre que…