Geartronic

Ensaio: Volvo V60 D2 Geartronic Momentum

[easingslider id=”22191″] Nos últimos anos, a Volvo tem actualizado as suas gamas com bastante frequência, seja através de retoques estéticos, novas versões, incremento da tecnologia ou renovação dos seus motores. No caso da V60, a actualização estética surgiu no início do ano passado, altura em que também surgiu o novo sistema multimédia, Sensus Connect e que o motor Diesel de cinco cilindros deu lugar uma nova unidade de apenas quatro cilindros e dois litros. Na altura, a versão D2 manteve os préstimos do bloco Diesel de 1,6 litros de capacidade e 115 cv, que agora desaparece, para ser substituído pelo novo motor de dois litros e 120 cv. Além do evidente incremento de 5 cv na potência máxima, o novo bloco Diesel traz mais 10 Nm de binário, disponíveis 250 rotações mais cedo, para além de anunciar um ganho, no caso desta versão com caixa automática de dupla embraiagem, de um segundo na aceleração 0-100 km/h e uma poupança de 0,3 l/100 km no consumo médio, o que já lhe permite cumprir as normas de emissões Euro6. Quer tudo isto dizer que a Volvo foi contra a tendência actual, de tornar os motores cada vez mais pequenos, provando que a solução nem sempre passa por aí, tendo em conta o observamos na ficha técnica. Na prática, a V60 sai, de facto, a ganhar com a adopção do motor de maior dimensão, que se mostra mais redondo e suave em toda a sua utilização, para além de ser mais silencioso. As prestações são efectivamente melhores, mas continuam a ser algo curtas, principalmente quando queremos impor ritmos mais vivos, mostrando alguma dificuldade em lidar com o peso da Volvo V60. Neste particular, a caixa Powershift não é a sua maior aliada, fruto de alguma lentidão das passagens, que acentuam uma relação peso/potência…

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