Mais do que automóveis, tornaram-se ícones de arte. Os BMW Art Cars comemoram em 2015 o seu 40.º aniversário e preparam-se para partir numa digressão mundial para que possam ser apreciados por mais observadores, entre apaixonados e curiosos, tanto do automobilismo como da arte. A história dos BMW Art Cars teve início em 1975, quando um BMW 3.0 CSL pintado por Alexander Calder alinhou à partida das 24 Horas de Le Mans desse ano, dando provimento a uma ideia saída do imaginário de um apaixonado pelas vertentes da arte e do automóvel, o francês Hervé Poulain, obviamente com o beneplácito do então director da BMW Motorsport, Jochen Neerpasch. A amizade entre este e Calder tratou de garantir que um dos BMW serviria de ‘tela’ móvel, assumindo-se prontamente como um dos grandes favoritos do público que seguiu a prova no local e pela comunicação social da época. Desde então que a colecção dos BMW Art Cars tem vindo a crescer com a participação irregular de outros artistas, como Andy Warhol, Roy Lichtenstein, David Hockney e Jeff Koons, entre outros artistas de renome mundial. As comemorações do aniversário tiveram início com exposições em Hong Kong, Centro Pompidou, Museu da BMW e no Concurso de Elegância do Lago Como, onde os primeiros quatro BMW Art Cars de Calder, Frank Stella, Lichtenstein e Warhol estiveram reunidos ao mais recente M3 GT2 criado por Jeff Koons. As exposições vão prosseguir ainda este ano com novas exposições, previstas para Nova Iorque, Miami e Xangai. [easingslider id=”14641″] “Os BMW Art Cars oferecem um marco excitante no interface entre automóveis, tecnologia, desenho, arte e automobilismo”, começa por dizer Maximilian Schöberl, vice-presidente da BMW Group, para quem estas ‘esculturas rolantes’ são um “elemento essencial e característica fundamental do nosso empenho numa cultura global”. Muitos dos BMW Art Cars contam…