[youtube height=”HEIGHT” width=”WIDTH”]https://www.youtube.com/watch?t=30&v=azj-RlBHcQY[/youtube] A Alfa Romeo continua na mó de cima. Após a apresentação do novo Giulia, berlina com que a marca italiana pretende dar luta às tradicionais marcas alemãs do segmento Premium, vão-se sucedendo os vídeos para aguçar o interesse dos potenciais interessados. O mais recente introduz um elemento de nostalgia, ao cruzar o passado feito de glórias com o presente da marca integrada no grupo FCA Automobiles liderado por Sergio Marchionne. Com efeito, o objectivo deste vídeo passa por salientar que o Giulia “não é apenas um automóvel… é muito mais”. É o herdeiro de um longo legado competitivo e de tradição italiana que ao longo das décadas ofereceu modelos icónicos de competição, tanto para a Fórmula 1 (e para a competição que existiu antes dela…), como para as modalidades de carros de turismos, como o DTM/ITC das décadas de 1980/1990. Aliás, é importante não esquecer que no próprio legado da Alfa Romeo está inscrito o nascimento da Scuderia Ferrari. Tendo visto a sua proposta de gestão da divisão desportiva da Fiat rejeitada pela marca de Turim, Enzo Ferrari fez a mesma proposta à Alfa Romeo, acabando por ser aceite. A partir de 1929, Ferrari passou a gerir a divisão desportiva da Alfa Romeo numa parceria que durou até 1939, quando a marca quis regressar a competir com a designação Alfa Corse, algo que provocou o ‘divórcio’ com Enzo Ferrari. Anos depois, ao vencer o seu primeiro grande prémio na Fórmula 1 (Grã-Bretanha em 1951 por intermédio de Froilan-González), Ferrari, emocionado, diria que ‘matara a sua mãe’, numa clara alusão aos tempos em que a marca lhe permitiu competir ao mais alto nível. Ao abrigo desta simples história se compreende que o Alfa Romeo Giulia representa para a marca uma nova etapa, mas que o passado composto de…