Apenas 3% das mais de nove mil empresas avaliadas pelo CDP conseguem rating A e a Sonae faz parte desta pequena fatia. A organização portuguesa conquistou a classificação mais alta possível na avaliação levada a cabo pelo principal fornecedor de análises ambientais, o que significa que integra o top mundial do combate às alterações climáticas.
O CDP é uma organização não governamental que classifica o desempenho ambiental de empresas e cidades, incentivando à adopção de práticas mais amigas do Planeta. Segundo este organismo, a Sonae é “uma das poucas empresas de alto desempenho. Através de iniciativas concretas em prol do clima, a Sonae está a afirmar a sua liderança, ambição, acção e transparência ambiental corporativa a todo o Mundo”.
Redução de emissões de gases de efeito de estufa, mitigação dos riscos climáticos e desenvolvimento da economia de baixo carbono são alguma das áreas em que a Sonae se destaca.
Cláudia Azevedo, CEO da Sonae, explica que a empresa assume os desafios do Planeta como se fossem seus, o que implica definir planos e acções concreta que, por vezes, podem ser sinónimo de mudanças estruturais complexas.
«É disso exemplo o nosso compromisso ambicioso de antecipar a neutralidade carbónica para 2040. Este reconhecimento inédito do CDP é prova de que os alicerces para atingir essa meta estão criados. É um orgulho e, também, uma responsabilidade para continuarmos a inovar na incorporação da sustentabilidade na gestão dos nossos negócios. Estamos no caminho certo e iremos continuar a ser ambiciosos na defesa do Ambiente e de uma economia sustentável», comenta Cláudia Azevedo em comunicado.
Já Paul Simpson, CEO do CDP, sublinha como assumir a liderança na transparência e acção ambiental é um dos passos mais importantes que as empresas podem dar – algo especialmente impressionante em tempo de pandemia.
«O nível de risco para as empresas resultantes das mudanças climáticas, da desflorestação e da insegurança hídrica é enorme, e sabemos que as oportunidades decorrentes da acção superam em muito os riscos da inacção. A liderança do sector privado criará um ‘ciclo de ambição’ para uma maior acção governamental e garantirá que as pretensões globais de uma economia sustentável neutra se tornem realidade. A nossa ‘A List’ celebra as empresas que se estão a preparar para se destacar na economia do futuro ao agir hoje», acrescenta Paul Simpson.




