Com uma vasta carteira de clientes distribuída por empresas privadas, entidades do sector público e particulares, a SABSEG é uma marca prestigiada, conhecida e reconhecida pelo mercado, possuindo abrangência nacional com 26 escritórios próprios e 275 colaboradores, o que permite manter uma proximidade com os mais de 170 mil clientes. Colocando sempre todos os recursos técnicos e humanos ao serviço dos clientes, o compromisso está em continuar a crescer em inovação e profissionalismo, atingindo elevados níveis de serviço que permitam, de forma clara, manter a confiança que têm merecido da parte dos clientes e parceiros, contribuindo todos os dias para o reforço do seu bem-estar e segurança.
A SABSEG está a preparar-se para a digitalização há bastante tempo e a ritmos diferenciados. Foca a sua acção em função das idiossincrasias emergentes das necessidades de mercado, sejam estas da sua rede de agentes ou dos seus clientes. «Desenvolvemos um conjunto de processos operacionais próprios, capazes de recolher e tratar a informação recebida da rede de agentes, bem como de seguradoras de forma autónoma, sem recurso a processos partilhados de empresas grossistas de software de suporte para agentes e corretores», explica à Executive Digest Francisco Araújo, director de Qualidade de Processos, Tesousaria e Cobranças.
Isto visa garantir a confidencialidade e o tratamento de dados recolhidos para tratar a privacidade total dos clientes SABSEG, numa lógica de chinese-walls, para estes estarem seguros de que os seus dados através da SABSEG são respeitados e não servirão para terceiros poderem usar mesmo que involuntariamente em campanhas alheias à relação comercial original com o seu corretor de seguros.
«No que respeita ao cliente final e ao processo de digitalização, podemos afirmar que hoje é uma realidade que estará concluida, muito em breve, ou seja, no primeiro semestre de 2021. Implementamos uma estratégia omnicanal que permite dar uma resposta às reais necessidades dos clientes através de uma experiência de utilizador melhorada e com o principal objectivo de estar cada vez mais próximo dos clientes em meio digital apresentando soluções inovadores e serviços de excelência», acrescenta Rui Romeiro, director de Marketing e Comunicação.
A SABSEG tem consciência que o momento é desafiador e que acelerou o foco na estratégia de transformação digital, que já era uma realidade na empresa. Neste momento e como referido anteriormente toda a comunicação com os clientes parceiros e colaboradores é maioritariamente digital sendo que o objectivo é que toda a comunicação física faça a sua transição para o digital em 2021.
Neste sentido a equipa de Marketing e Comunicação, tem vindo a trabalhar num eixo comunicacional com um compromisso vincado com os clientes: «Construímos relações seguras em todos os momentos da sua vida que se materializa com o conceito que remete para o future digital de “O Futuro é na SABSEG” com o objectivo de demonstrar que somos inovadores e especialistas nesta área de actividade. Desta forma, pretendemos também transmitir determinação e confiança no futuro», refere Rui Romeiro.
BackOffice
O BackOffice no sentido clássico assume uma importância decisiva no contexto da aceleração digital. Num corretor de seguros ainda mais, principalmente quando se está perante uma situação ímpar como é o caso da SABSEG, na medida em que tem no seu ADN a capacidade de suportar uma rede de agentes muito alargada e espalhada por todo o território nacional, embora com escritórios de proximidade. Isto leva a empresa para um trabalho árduo, muito profissional, na medida em que dá suporte a mais de 170.000 clientes activos e a cerca de 2000 agentes. O BackOffice garante assim a fiabilização da base de dados, representativos das diversas interacções com os clientes que escolhem a SABSEG como seu corretor de referência.
«Esta fiabilização passa por uma equipa que trata a informação recebida dos diversos stakeholders do ciclo de negócio, garante a sua qualidade e o seu uso, seja por clientes, parceiros de negócio, unidades de negócio e equipa de apoio à rede como o HelpDesk que procura no dia-a-dia agilizar os mais diversos pedidos de negócio de massa. A área de suporte referida integra desde as interacções com o IT, com Qualidade de Processos, com a Tesouraria e Cobrança, com a Produção, com os Sinistros e com o Negócio», conta Francisco Araújo.
Em relação aos planos para 2021, a SABSEG vai continuar a aprofundar a sua matriz e o desenvolvimento de negócio, que não está esgotada e que passa por maior proximidade física e institucional para garantir que a retirada da presença física das seguradora não significa o abandono dos clientes, ou a perda de profissionalismo com os riscos a serem tratados e transferidos. Em simultâneo para os perfis emergentes de consumidores digitais de seguros querem ter disponíveis soluções online autónomas e mais iteractivas com as diversas seguradoras.
«Para complementar e em 2021 para fechar o nosso portefólio de ferramentas digitais vamos avançar no primeiro trimestre com o lançamento de uma app. Será uma ferramenta crucial para a centralização de toda a informação específica do cliente cujas principais valencias passam, entre outas, pela visualizaçao em tempo real do portefólio de seguros que possue connosco, subscrição de novas apólices, solicitação de alterações ao riscos cobertos, notificações e dados de pagamentos na hora ou mesmo oportunidade de melhoria do portefólio da sua carteira», sublinha Rui Romeiro.
Por outro lado, prevendo uma maior digitalização dos espaços físicos e identificando também uma mudança no comportamento do consumidor que começou a preferir experiências com menor interacçao física vão implementar em 2021 um projecto de digital Signage em todos os escritórios. Este projecto será fundamental não só na atracção do cliente mas também num panorama de transformaçao digital dos pontos de contacto com os clientes e no seu processo de compra. Tem ainda a vantagem acrescida, através de uma solução tecnológica de poder gerir toda a informação de uma forma central trazendo além de uma agilidade operacional, a criação de conteúdos com experiências mais positivas, direccionar os conteúdos para nichos de mercado proporcionar acções e intregrar com outros dispositivos móveis e redes sociais ou outras tecnologias existentes no mercado.
Digital
O digital sendo uma tendência nos mais diversos sectores, também o está a ser num sector conservador por natureza como são os seguros, onde emergiu a ambição de algumas seguradoras de retirar da cadeia de valor os seus intermediários. «Os exemplos dos comparadores de seguros são bem claros: comparam preços, mas não conseguem calibrar os efeitos qualitativos como as coberturas e suas garantias, a diferenciação de capitais, isto só para referir alguns pontos básicos que tem de ser explicitados no âmbito da contratação dos seguros», afirma Francisco Araújo.
«Apesar de tudo é notória a digitalização do mercado segurador e acreditamos que a tecnologia dá maior poder ao cliente final, quer seja através da relevância dos canais digitais quer através do acesso à informação, quer da compra de produtos e aquisição de novos serviços, ou acompanhamento de processos. Ou seja, temos consciencia da baixa quota mercado das companhias e mediadores digitais , na indústria seguradora no entanto é evidente a importância do online na captação de novo negócio», complementa Rui Romeiro.
Assim, o mercado da distribuição será necessariamente dominado pelos grandes distribuidores que valorizem o investimento na transformação digital e em simultâneo na proximidade física para garantir confiança e optimizando a capilaridade das redes que ao longo dos anos se tem desenvolvido.
«Estamos plenamente conscientes que a nossa relação directa e clara com os clientes tem de evoluir também neste campo, como mostram todos os projectos mencionados anteriormente, evoluindo muito no sentido do foco no sinistro para o do aconselhamento e prevenção. Aqui volto a frisar o conceito criado e trabalhado por toda a equipa “ em todos os momentos da sua vida” , pois o objectivo final é estar presente na vida dos clientes em todos os momentos e responder às necessidades específicas do contexto que apresentem», concluem Francisco Araújo e Rui Romeiro.




