A razão prende-se, indicam, com os efeitos económicos negativos provocados pela pandemia de Covid-19, mas também com os planos de fusão entre os dois grupos automóveis.
Os dois gigantes da indústria automóvel tinham previsto entregar dividendos de 1,1 mil milhões de euros (cada) aos seus acionistas em 2020 – referentes ao ano fiscal de 2019 – mas a Covid-19 obrigou FCA e PSA a rever estes planos e a anular essa distribuição.
“A FCA e o Groupe PSA confirmam que os preparativos para a fusão 50/50 dos seus negócios anunciada em dezembro de 2019 estão a progredir bem, incluindo no que diz respeito às leis da concorrência e a outros procedimentos regulatórios”, indica um comunicado das duas companhias.
As empresa referem ainda que a conclusão do processo de fusão é esperado para o final do primeiro trimestre de 2021.
Recorde-se, no entanto, que as autoridades reguladoras estabeleceram o dia 17 de junho como a data limite para anunciar se a fusão entre estes dois grupos poderá avançar.



