O Índice de Produção Industrial caiu 2,3% em maio face ao mesmo mês de 2025, após ter estabilizado em abril, após quebras nos agrupamentos de bens de consumo e energia, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo o INE, se excluído o agrupamento de energia, o índice agregado recuou 0,7%, depois de um crescimento de 3,8% no mês anterior.
No mês em análise, o agrupamento de energia teve uma taxa de variação homóloga de 9,7%, resultando num contributo negativo de 1,7 pontos percentuais (p.p.), enquanto os bens de consumo baixaram 2,9% em termos homólogos, contribuindo negativamente 0,9 p.p. para o índice.
Em sentido inverso, os bens intermédios cresceram 0,8% e os bens de investimento 0,3%, o que resultou em contributos respetivos de 0,3 e 0,1 p.p..
A taxa de variação da secção das indústrias transformadoras recuou 1,1%, depois de um aumento de 2,8% em abril.
Em termos mensais, o índice registou um crescimento de 0,9%, depois da contração de 2,7% em abril.
O INE detalha que os grandes agrupamentos industriais tiveram evoluções díspares.
O agrupamento de energia deu o contributo negativo mais intenso (1,1 p.p.), resultado do crescimento mensal de 7,4% (após contração de 11,6% em abril).
Os bens de consumo contribuíram com -0,2 p.p., depois de uma quebra de 0,6% – idêntica à de abril –, os bens intermédios com 0,1 p.p. (taxa de variação de 0,2%) e os bens de investimento com -0,1 p.p. (taxa de variação de -0,4%).









