Bernardo Alves, CEO da Adega Mãe: “O meu sonho sempre foi construir marca”

O primeiro vinho da Adega Mãe foi comercializado em 2010. Quinze anos depois, esta é um dos principais produtores da região demarcada dos vinhos de Lisboa. Uma história recente que se cruza com a história da família Alves e do outro ramo do negócio: o bacalhau. À mesa, Bernardo Alves lembra como tudo começou e para onde quer levar os seus vinhos

Maria João Vieira Pinto

Saindo da auto-estrada e iniciando caminho por estradas nacionais estreitas, não tardámos a passar, à esquerda, pelo grande edifício da Riberalves (uma das maiores marcas de bacalhau em Portugal). Metros à frente, a indicação: Adega Mãe, o projecto vinícola da família, perfeitamente enquadrado na paisagem daquelas terras de Torres Vedras e que, quem passa, mal diria que se estende ao longo de 45 hectares de terreno, sendo 40 de vinha.

No total, a empresa está já a engarrafar qualquer coisa como três milhões e meio de garrafas por ano, enchidas, grande parte, numa linha de engarrafamento com capacidade para 3000 garrafas/hora. E, tudo isto, numa adega com 3500 m2 de implantação e que, quando erguida, em 2010, mereceu um investimento de 10 milhões de euros (contemplando este valor também a vinha). «Crescemos muito nos últimos três anos, na ordem dos 20% ao ano, fruto da maturidade e notoriedade entretanto alcançadas», diz-nos Bernardo Alves, o CEO e grande ideólogo de todo o projecto, que nos recebe com orgulho visível do trabalho feito.



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*com Filipe Gil

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