Iscte Executive Education junta 88 personalidades e apresenta obra sobre Inteligência Artificial

O Iscte Executive Education juntou 88 personalidades de todos os quadrantes da sociedade para partilharem as suas ideias sobre o que esperar da Inteligência Artificial, juntando os testemunhos em livro. Apresentação oficial realiza-se amanhã.

“88 Vozes sobre Inteligência Artificial” dá voz a centenas de profissionais, como presidentes de empresas, professores universitários, governantes e ex-governantes, cientistas, economistas, técnicos especializados ou artistas, que partilham a sua experiência, o seu conhecimento e as suas propostas de soluções para o futuro das diferentes áreas a que se dedicam.

A apresentação oficial será feita amanhã, pelas 18h, no edifício INDEG do ISCTE.

“A inteligência artificial tem sido uma área de pesquisa e desenvolvimento crescente, onde universidades, empresas e tantos outros players têm dado contributos decisivos para que estejamos, já hoje, a viver uma verdadeira revolução. E, ou nos juntamos a ela, ou nos juntamos a ela”, escreve o Iscte Executive Education.

Mas qual será o verdadeiro impacto da inteligência artificial nas nossas vidas? Como garantir que a inteligência artificial será ética e segura? Como devemos lidar com as mudanças no mercado de trabalho? Estas são algumas perguntas colocadas no quinto livro da série que o Iscte Executive Education tem vindo a publicar com a Oficina do Livro e a LeYa, e que já se encontra nas bancas.

 

  • “As adaptações que terão de ocorrer nas nossas escolas, em geral, e nas nossas universidades, em particular, são enormes.” Luís Todo Bom, Gestor de empresas, professor convidado do Iscte Executive Education.
  • “A história tem mostrado que a cada grande avanço tecnológico não se geram multidões de desempregados irrecuperáveis. Criam se novas necessidades, produtos e serviços, e portanto novas atividades e profissões.” Isabel Ucha, Presidente do Conselho de Administração da Euronext Lisbon.
  • “O entusiasmo que a IA desperta não deve toldar a capacidade de questionarmos os seus e os nossos limites.” David Justino, Professor Catedrático Jubilado do Departamento de Sociologia da NOVA FCSH.
  • “Não podemos perder a capacidade de sonhar, para a substituir pela capacidade de programar.” Ana Isabel Moita, Head of Marketing Europe & New Markets, Sonae Sierra.
  • “Amanhã poderemos viver num mundo futurista mas criado pelas máquinas, obedecendo aos seus estímulos e desígnios. É possível evitar tal distopia? É duvidoso.” Leonel Moura, Artista plástico.
  • “É urgente encontrar mecanismos que garantam o rumo certo, mitiguem riscos e evitem abusos.” Micaela Seemann Monteiro, Chief Medical Officer for Digital Transformation na CUF.
  • “Será necessária uma carta universal dos direitos e deveres da IA.” João L. Cordovil, Coordenador científico do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa.
  • “A IA é agora uma realidade. E sim, um risco. Mas um risco a que a ciência e a Humanidade já não podem escolher não se sujeitar.“ Ana Figueiredo, CEO da Altice Portugal.
  • “Como educador e cidadão vejo um risco verdadeiramente assustador que não podemos correr, que é o de acreditarmos que a IA dispensa a aprendizagem e o saber.“ João Paulo Costeira, Professor no Instituto Superior Técnico.
  • “O problema radicará na inteligência artificial ou, mais uma vez, basear-se-á na nossa visão redutora da inteligência?” Emília Ferreira, Diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea.
  • “Se é verdade que a IA continuará a desenvolver-se e a facilitar a nossa vida, há domínios onde não vai chegar, como o bom senso, a incerteza, as emoções ou as decisões éticas.“ Rui Leão Martinho, Economista e gestor.
  • “O impacto da IA nas nossas vidas faz-se já sentir, mas promete ser ainda muito maior, oscilando entre o ‘bom, o mau e o vilão’.” Susana Aires de Sousa, Professora auxiliar da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
  • “O futuro não é o carteiro que toca sempre duas vezes. O futuro não é sequer educado.“ Edson Athayde, CEO e diretor criativo da FCB Lisboa.
  • “Mais do que aprender o ‘último grito da moda’, importa adquirir a capacidade de aprender.” Inês Lynce, Presidente do INESC-ID e codiretora do Programa Carnegie Mellon Portugal.

 

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