Um espaço de criação artística, com duas salas de espectáculos e inúmeros recantos para peças de teatro, poesia, sessões de leitura, exposições e partilha editorial. É esta a riqueza do universo D. Maria II, que quer aumentar a digressão nacional e a rota internacional, a alta velocidade.
Texto de TitiAna Amorim Barroso
Foto de Filipe Ferreira
Tornar o acesso à criação artística mais democrático, plural e inclusivo é a missão do Teatro Nacional D. Maria II (TNDM II). Um espaço assumidamente público, que quer uma plateia acessível a todos, com um único limite: a lotação das salas. Cláudia Belchior, Pedro de Proença e Rui Catarino compõem o Conselho de Administração e, juntamente com Tiago Rodrigues, o director artístico, traçam os destinos do D. Maria II desde 2015. «Há uma sintonia entre a direcção artística e quem gere. Normalmente são linguagens que podem ser complicadas, relações que podem ser difíceis. Mas o casamento está a ser muito feliz», começa por contar Cláudia Belchior. A administradora que tem a seu cargo os pelouros da Produção, Técnica, Financeira, Recursos Humanos, Relações Externas e Comunicação e Imagem, está no segundo mandato, que termina em 2020.
Leia este artigo na íntegra na edição de Fevereiro de 2019 da Executive Digest.




