Marta Temido, ministra da Saúde, considera que o segundo período de Estado de Emegência permitiu confirmar a capacidade de robustez e adapatibilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS), tendo sido possível realizar um conjunto de testes diagnóstico que não estavam, inicialmente, previstos. A estratégia de testes, afirmou esta tarde na Assembleia da República, baseou-se sempre nas necessidades clínicas.
De 80 mil testes em Março, Portugal passou para 144 mil testes realizados no período da renovação do Estado de Emergência, entre 3 e 17 de Abril. Em resposta a João Cotrim de Figueiredo (Iniciativa Liberal) que acusou o Governo de não disponibilizar os dados à comunidade científica, Marta Temido diz que todos os pedidos completos de informação submetidos à Direçcão-Geral da Saúde (DGS) foram já respondidos.
Marta Temido considera que os bons resultados obtidos foram resultado da forma como o Serviço Nacional de Saúde, «que tratou esta emergência como aquilo que ela é: uma emergência sanitária mas não uma emergência totalitária».














