Marchionne desiste de fusão com General Motors

Sergio Marchionne é um defensor acérrimo da consolidação da indústria automóvel e da cooperação entre fabricantes. No entanto, e após várias tentativas, o CEO do grupo Fiat Chrysler Automobiles desistiu de uma fusão com o grupo americano General Motors. Em declarações ao jornal New York Times, Marchionne reconhece a derrota. “Fomos rejeitados uma vez e não vou voltar a prejudicar-nos uma segunda vez”, afirma o CEO italiano. Inicialmente, Marchionne contactou, Mary Barra, CEO da General Motors, através do email pessoal desta, prometendo um plano de poupança em desenvolvimento e produção em mais de mil milhões de euros. Depois de rejeitado, iniciou o processo de lobby nos principais accionistas da empresa, mas sem sucesso. Apesar desta derrota, Marchionne continua confiante que fusão e cooperação são as palavras de ordem para uma indústria automóvel mais coesa e estável. ” A ideia é que há uma melhor forma de gerir o negócio”, afirma o CEO da empresa italiana.

Daniela Portugal

Marchionne, chief executive officer of Fiat Chrysler Automobiles, speaks with the media before ringing the closing bell to celebrate the company's listing at the New York Stock Exchange

Sergio Marchionne é um defensor acérrimo da consolidação da indústria automóvel e da cooperação entre fabricantes. No entanto, e após várias tentativas, o CEO do grupo Fiat Chrysler Automobiles desistiu de uma fusão com o grupo americano General Motors.

Em declarações ao jornal New York Times, Marchionne reconhece a derrota. “Fomos rejeitados uma vez e não vou voltar a prejudicar-nos uma segunda vez”, afirma o CEO italiano.

Inicialmente, Marchionne contactou, Mary Barra, CEO da General Motors, através do email pessoal desta, prometendo um plano de poupança em desenvolvimento e produção em mais de mil milhões de euros. Depois de rejeitado, iniciou o processo de lobby nos principais accionistas da empresa, mas sem sucesso.

Apesar desta derrota, Marchionne continua confiante que fusão e cooperação são as palavras de ordem para uma indústria automóvel mais coesa e estável. ” A ideia é que há uma melhor forma de gerir o negócio”, afirma o CEO da empresa italiana.

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